XXXIIPor que me fiz poeta?Porque tu, morte, minha irmã,No instante, no centroDe tudo o que vejo.No mais que perfeitoNo veio, no gozoColada entre eu e o outro.No fossoNo nó de um íntimo laçoNo haustoNo fogo, na minha hora fria.Me fiz poetaPorque à minha voltaNa humana ideia de um deus que não conheçoA ti, morte, minha irmã,Te vejo.- Hilda Hilst
"[...] porque nós somos dados em espetáculo ao mundo, aos anjos e aos
homens"
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*22ª Semana do Tempo Comum | Sábado*
Primeira Leitura (1Cor 4,6b-15)
Responsório Sl 144(145),17-18.19-20.21 (R. 18a)
Evangelho (Lc 6,1-5)
A maioria dos hom...

