CIDADECidade, rumor e vaivém sem paz das ruas,Ó vida suja, hostil, inutilmente gasta,Saber que existe o mar e as praias nuas,Montanhas sem nome e planícies mais vastasQue o mais vasto desejo,E eu estou em ti fechada e apenas vejoOs muros e as paredes, e não vejoNem o crescer do mar, nem o mudar das luas.Saber que tomas em ti a minha vidaE que arrastas pela sombra das paredesA minha alma que fora prometidaÀs ondas brancas e às florestas verdes.– Sophia de Mello Breyner Andresen
"[...] porque nós somos dados em espetáculo ao mundo, aos anjos e aos
homens"
-
*22ª Semana do Tempo Comum | Sábado*
Primeira Leitura (1Cor 4,6b-15)
Responsório Sl 144(145),17-18.19-20.21 (R. 18a)
Evangelho (Lc 6,1-5)
A maioria dos hom...

