A MÁSCARAEu sei que há muito pranto na existência,Dores que ferem corações de pedra,E onde a vida borbulha e o sangue medra,Aí existe a mágoa em sua essência.No delírio, porém, da febre ardenteDa ventura fugaz e transitóriaO peito rompe a capa tormentóriaPara sorrindo palpitar contente.Assim a turba inconsciente passa,Muitos que esgotam do prazer a taçaSentem no peito a dor indefinida.E entre a mágoa que a másc’ra eterna apoucaA Humanidade ri-se e ri-se loucaNo carnaval intérmino da vida.- Augusto dos Anjos
Quem semeia pouco, segará pouco...
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*São Lourenço, diácono e mártir - Festa | Segunda-feira*
Primeira Leitura (2Cor 9,6-10)
Responsório Sl 111(112),1-2.5-6.7-8.9 (R. 5a)
Evangelho (Jo 12,24-26...

