A MÁSCARAEu sei que há muito pranto na existência,Dores que ferem corações de pedra,E onde a vida borbulha e o sangue medra,Aí existe a mágoa em sua essência.No delírio, porém, da febre ardenteDa ventura fugaz e transitóriaO peito rompe a capa tormentóriaPara sorrindo palpitar contente.Assim a turba inconsciente passa,Muitos que esgotam do prazer a taçaSentem no peito a dor indefinida.E entre a mágoa que a másc’ra eterna apoucaA Humanidade ri-se e ri-se loucaNo carnaval intérmino da vida.- Augusto dos Anjos
Ídolos Estatais
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*5ª Semana do Tempo Comum - Sábado*
Primeira Leitura (1Rs 12,26-32;13,33-34)
Responsório (Sl 105)
Evangelho (Mc 8,1-10)
O poder religioso, o antigo Templo ...

