VOZES DE UM TÚMULOMorri! E a Terra - a mãe comum - o brilhoDestes meus olhos apagou!... AssimTântalo, aos reais convivas, num festim,Serviu as carnes do seu próprio filho!Por que para este cemitério vim?!Por quê?! Antes da vida o angusto trilhoPalmilhasse, do que este que palmilhoE que me assombra, porque não tem fim!No ardor do sonho que o fronema exaltaConstruí de orgulho ênea pirâmide alta,Hoje, porém, que se desmoronouA pirâmide real do meu orgulho,Hoje que apenas sou matéria e entulhoTenho consciência de que nada sou!- Augusto dos Anjos
Duas pombinhas e a Economia Popular
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*Apresentação do Senhor | Festa | Segunda-feira*
Primeira Leitura (Ml 3,1-4)
Responsório Sl 23(24),7.8.9.10 (R. 10b)
Evangelho (Lc 2,22-40)
A lei veterotes...

