ILLUSÃOSinistro como um fúnebre segredoPassa o vento do Norte murmurandoNos densos pinheiraes;A noite é fria e triste; solitárioAtravesso a Cavallo a selva escuraEntre sombras fataes.Á medida que avanço, os pensamentosBorbulham-me no cerebro, ferventes,Como as ondas do mar,E me arrastam comsigo, allucinado,Á casa da formosa creaturaDe meu doudo scismar.Latem os cães ; as portas se franqueiamRangendo sobre os quicios; os criadosAcodem pressurosos;Subo ligeiro a longa escadaria,Fazendo retinir minhas esporasSobre os degraus lustrosos.No seu vasto salão illuminado,Suavemente repousando o seioEntre sêdas e flores,Toda de branco, engrinaldada a fronte,Ella me espera, a linda soberanaDe meus santos amores.Corro a seus braços tremulo, incendidoDe febre e de paixão... A noite é negra,Ruge o vento no mato ;Os pinheiros se inclinam, murmurando :— Onde vai este pobre cavalleiroCom seu sonho insensato ?..- Fagundes Varella
Falsos Profetas
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*18ª Semana do Tempo Comum | Segunda-feira*
Primeira Leitura (Jr 28,1-17)
Responsório Sl 118(119),29.43.79.80.95.102 (R. 68b)
Evangelho (Mt 14,22-36)
1. En...
